Se na locação de equipamentos de movimentação, a redução de ruídos e ausência de poluição por gases de exaustão são prioridades, então a sua escolha deve ser as empilhadeiras elétricas. Isso tudo ainda vem aliado a muita modernidade, são robustas, confiáveis e econômicas.

“As vantagens dos equipamentos elétricos são muitas, desde a questão ambiental, segurança e ergonomia, além de fácil manuseio e maior tecnologia embarcada”, diz Marcio Hoffmann, gerente da Dinamik.

Os modelos mais recentes chegaram ao mercado com baterias potentes de alta tração, o que garante alta capacidade de armazenagem e energia suficiente para longas horas de trabalho. “Esses equipamentos também possuem índices de manutenção bem menores e nós incentivamos nossos clientes a investir neles tanto pelo desempenho quanto pelo controle, já que permite uma comunicação de dados de ponta por meio da Telemetria, tecnologia exclusiva da Dinamik”.

Além disso, as empilhadeiras elétricas dispões de diversos tipos de modelos que se adequam às mais variadas necessidades, elas têm maior tempo de vída útil e possuem formas, tamanhos, capacidades e alturas de elevação de cargas bem mais versáteis que as empilhadeiras a combustão. “Quem opta pelas empilhadeiras elétricas tem excelente ganho de layout, tanto em área de armazenagem como em corredores”, explica Marcio.

Uma das grandes indicações para esse tipo de equipamento é para a movimentação de produtos que não podem ser contaminados, como comestíveis, medicamentos, etc., justamente porque não utilizam combustível para o funcionamento. “Na operação da BR Foods, todos os equipamentos são elétricos, justamente por serem produtos alimentícios e de baixa temperatura. Dentro das câmaras frias a temperatura chega a -30° e, apesar disso, o desempenho é excelente”.

Segundo Marcio, a venda e locação de empilhadeiras elétricas vem crescendo e isso tende a se consolidar. “Até algum tempo tínhamos a proporção de vendas e locações de 60% para equipamentos a combustão e 40% para os elétricos. Hoje isso chega a 50% e a tendência é que cada vez mais cresça, seguindo o que já é realidade em diversos países, onde há, inclusive, apoio dos governos para o uso permanente de equipamentos elétricos”, finaliza Marcio.